quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

FELIZ ANO NOVO AOS AMIGOS


O nosso caminho é feito pelos nossos próprios passos… Mas a beleza da caminhada depende dos que vão conosco!

Assim, neste novo ano que se inicia possamos caminhar mais e mais juntos… Em busca de um mundo melhor, cheio de paz, saúde, compreensão e muito amor.

O ano se finda e tão logo o outro se inicia… E neste ciclo do “ir” e “vir” o tempo passa… E como passa! Os anos se esvaem… E nem sempre estamos atentos ao que realmente importa.

Deixe a vida fluir e perceba entre tantas exigências do cotidiano o que é indispensável para você!

Ponha de lado o passado e até mesmo o presente! E crie uma nova vida… Um novo dia… Um novo ano que ora se inicia! Crie um novo quadro para você! Crie, parte por parte… Em sua mente… Até que tenha um quadro perfeito para o futuro… Que está logo além do presente. E assim dê início a uma nova jornada! Que o levará a uma nova vida, a um novo lar… E aos novos progressos na vida! Você logo verá esta realidade, e assim encontrará a maior felicidade… E recompensa…

Que o Ano Novo renova nossas esperanças! E que o resplendor dessa chama seja como a tocha que ilumina nossos caminhos para a construção de um futuro, repleto de alegrias! E assim tenhamos um mundo melhor!

A todos vocês companheiros (as) que temos o mesmo ideal, amigos (as) que já fazem parte da minha vida, desejo que as experiências próximas de um Ano Novo lhes sejam construtivas, saudáveis e harmoniosas.

Muita paz em seu contínuo despertar.

Um feliz Ano Novo!
São os votos do seu amigo Rondinelli.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

POSSÍVEL ABDUÇÃO

Um amigo meu me falou que seu tio morador da zona Rural daqui de Caicó teve uma experiência com seres! Disse que ele estava dando de comer aos animais e do nada deu um sono muito forte que não conseguia ficar de pé! Sentou embaixo de uma arvore e antes de "dormir" viu uma luz muito clara então apagou. Disse que viu umas crianças engraçadas de cabeças enormes e o engraçado (pra ele) todas do mesmo tamanho.

Uma espécie de torpor entre acordado e dormindo isso ele comentando que no tal sonho estava em uma cama em um quanto branco muito iluminado. Acordando sem sono depois de um certo tempo que pra ele foi em torno de umas duas ou três horas e quando olhou em seu relógio não tinha passado nem dez minutos.

Relato muito parecido de outras pessoas espalhadas pelo mundo! Sono pesado, Lapso de tempo e acordam como não tivessem dormido.


Acredito demais que esse caso seja verídico devido a simplicidade da pessoa, sem conhecimentos de casos assim, simplicidade no falar e sem motivos pra mentir. Rondinelli

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

UM QUASE FIM DE MUNDO


Hoje vendo um comentário de um amigo acabei lembrando um fato que aconteceu quando eu ainda era criança! Aconteceu no ano de 1982 em um domingo eu tinha em torno de cinco anos de idade. Muitos vão dizer: Impossível lembra, era muito pequeno, não tem condições! O fato meus amigos, é que quem viu guardou bem na memória e não vai esquecer.

Sou de Caicó RN e observei bem esse fenômeno! Eu estava em frente da casa do meus avós brincando quando um senhor gritou: Vejam aquilo! Era uma espécie de estrela muito brilhante que começou a crescer muito rapidamente. Girava pra todos os lados. Essa “estrela” virou uma bola de fogo, e depois que ela parou no mesmo lugar apareceu umas espécies de ondas em formas de círculos coloridos e depois de umas duas horas essas ondas se propagando iam variando suas cores ficando mais claras sumindo logo em seguida e no local ficou uma marca clara tipo o planeta Saturno.

Há relatos que em outros estado vizinhos como o Ceará e Paraíba também observaram e de formas diferente como duas bolas luminosas separadas que depois foram se juntando e transformando-se em um “pires” depois cresciam rapidamente em forma de enormes bolas em múltiplas cores. Era como se a Lua tivesse crescido e viesse em nossa direção.

Já podem imaginar o que aconteceu! Pessoas apavoradas, chorando e gritando pelas ruas, os mais velhos diziam que era o fim do mundo que era a volta de Cristo. É claro que fiquei assustado por não compreender o que era aquilo, mas fiquei admirando tudo aquilo até seu fim.

No outro dia os Jornais afirmaram que tinha sido uma experiência na Barreira do Inferno (Olhem o nome Barreira do INFERNO) que fica localizada em Natal distante de Caicó 272, 4 Km que na época era a única base de lançamentos de foguete. Na verdade, acredito eu que foi testes nucleares! Só que presenciou isso tudo nunca teve uma resposta verdadeira e o caso esquecido por muito tempo. Alguns estudiosos da ufologia acham que pode ser relacionado a discos voadores do tipo que tenham disparado um foguete com uma ogiva nuclear em direção à uma espécie de nave.



Eu mesmo pesquisando há anos a ovniologia acredito tenha sido uma experiência nuclear baseado nas imagens e vídeos de explosões nucleares, mas vai lá saber.
Rondinelli

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

ARQUIVOS SECRETOS DA AERONÁUTICA SOBRE OVNIS NO RN



Noite de 13 de outubro de 2015. Áudios que começam a circular pelo Whatsapp dão conta de um “disco de voador” sobrevoava a cidade de Angicos, a 170 km de Natal. Os relatos de moradores assustados ao verem as luzes do que posteriormente seria identificado como um drone que fazia fotos aéreas do município foram reproduzidos em inúmeros sites de todo o país.

O inusitado caso no município da Região Central potiguar virou chacota, mas a ocorrência de Objetos Voadores Não-Identificados (OVNIs) é caso sério. Sim, eles existem e já apareceram algumas vezes no Rio Grande do Norte segundo os registros confidenciais recentemente liberados pela Força Aérea Brasileira (FAB) e disponibilizados através do Arquivo Nacional.

Para se ter uma ideia, a Aeronáutica brasileira possui arquivos de aparições de objetos não-identificados desde o início da década de 1950. Os documentos liberados pela FAB dizem respeito a um período de 1952 a 2010. O Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra) apontou, em dois relatórios, 710 ocorrências em todo o país entre 1954 e 2005.

A reportagem do NOVO encontrou, em consulta ao Sistema de Informações do Arquivo Nacional (Sian), alguns documentos relativos a OVNIs avistados nos céus potiguares, muitos dos quais fora dos relatórios do Comdabra.

E diferentemente do caso em Angicos, um dos casos documentados pela Força Aérea no RN envolve um profissional dos ares, especificamente um piloto da companhia aérea Varig, extinta em 2006.

Passava pouco das 6h30 do dia 28 de junho quando o voo 2348 da Varig, entre Recife-PE e Natal se encaminhava para chegar à capital potiguar.  O piloto, que não é identificado na ocorrência com “tráfego hotel” – eufemismo utilizado pela Aeronáutica para avistamento de OVNI – anotada pelo Sargento Aragão, relatava um céu “cavok”, um termo utilizado pelos aviadores para o popular “céu de brigadeiro”.

A pouco menos de 40 km de Natal e já em processo de diminuição de altitude, em contato com a torre de controle do Aeroporto Augusto Severo, o comandante do voo passa a relatar que uma luz de intensidade variante estava seguindo o avião, pelo lado esquerdo. “Pela apresentação radar não havia nada, nenhum outro tráfego naquele local”, anotou o Sargento Aragão. A luz seguiu o avião da Varig até ele descer no antigo aeroporto internacional, em Parnamirim, por volta das 6h50.

A ocorrência mais recente de avistamento de OVNI apontada nos documentos liberados da Aeronáutica foi em 19 de julho de 2009.

Por uma hora e 30 minutos, a geógrafa Josiane Moura da Rocha relatou ao 1º Tenente Antônio Maerton de Medeiros Lopes ter visto dois objetos de cores azul e vermelho trafegando em ziguezague por cima da Lagoa do Carcará, em Nísia Floresta.

De acordo com o relatório encaminhado para o Comdabra, os objetos tinham formato de estrela e alternavam momentos de movimentação rápida e lenta, sem deixar rastros ou emitir sons.

Contato de rebocador com “luzes” no RN foi parar no comando da FAB

O único caso envolvendo o RN incluído nos relatórios liberados do Comdabra sobre OVNIs foi em 1980. O documento de 43 páginas produzido pelo Tenente-Coronel Aviador Francisco José Hennemann Filho, diretor do Centro de Lançamento de Foguetes da Barreira do Interno (CLFBI), foi parar no gabinete do Tenente-Brigadeiro Délio Jardim de Mattos, então comandante da Aeronáutica, marcado com o assunto “OVNI”. O relatório também envolveu o 3º Distrito Naval da Marinha, que repassou inicialmente o caso para a FAB.

O rebocador Caioba Seahorse reportou, através de mensagem por rádio, por volta das 19h do dia 27 de julho daquele ano terem avistado “objeto todo iluminado exclusivamente com luzes branca a cerca de 100 metros de distância pela proa”, a uma altura entre 50 e 60 metros. O barco estava a cerca de 12 milhas (19,3 km) da praia de Pititinga, no Litoral Norte potiguar.

Os relatos feitos pelo marinheiro Ivan de Souza Melo e o imediato português Fernando Fangueiro indicam que uma luz parecida com a “estrela d’alva” pairava sobre o oceano, entrava na água, sumia e depois voltava a brilhar. O objeto também emitia luzes azul e laranja, além de reluzir um facho branco em direção ao mar.

A lancha Teche Seahorse, que dava apoio logístico com sinal de rádio e radar, não relatava nenhum outro navio na região, apesar dos ocupantes do rebocador verem as luzes – ocupantes da lancha também relataram ter visto uma iluminação branca muito forte, próxima ao rebocador. Tanto a lancha como o rebocador faziam parte da frota Seahorse no Brasil, operada pela Arthur Levy INC.

O alerta sobre a luz foi dado por pelo marinheiro Ivan de Sousa Melo ao comandante do rebocador, José da Silva. “Comandante, olhe esta luz à proa do rebocador, parece um farol”, falou Ivan. Após avistarem o objeto, os marinheiros resolveram desligar o barco, que ficou à deriva e há cerca de 50 metros do objeto até enquanto o contato não terminou.

A distância estimada era de seria de três milhas náuticas do Caioba e a uma altura de 60m, segundo os relatos do comandante. O objeto tinha forma de um prato, grande, parado no espaço, e cujo diâmetro aparente seria o dobro do diâmetro da lua. “Olha gente, se existe disco voador nós estamos vendo um”, falou o comandante aos marinheiros, antes de comunicar o fato por rádio.

Após alguns minutos de avistamento, de acordo com o relato do comandante à FAB, a luz afastou-se no rumo sudoeste, para a terra, com “uma velocidade incrível, subindo, ganhando a altura, desaparecendo em menos de um segundo”.

O Tenente-Coronel Francisco José Hennemann Filho terminou por concluir, em novembro de 1980, que não se tinha “nenhuma evidencia de que houvesse a presença de algum veículo aeronavegante nas imediações do Gaioba Seahorse”.

Aeronáutica tem manuais para tratar de OVNIs

A Força Aérea trata os casos de avistamento de OVNI com extrema seriedade. Existem protocolos, manuais e questionários desde a década de 1960. A última leva de documentos liberados pelo órgão supera as 4,5 mil páginas de relatórios, croquis e depoimentos apontados por oficiais da FAB em mais de cinco décadas.

E isso seria, de acordo com os ufólogos, só uma parte dos documentos oficiais. Como no caso da Operação Prato, no Para, quando um grupo da Aeronáutica passou mais de um ano entre 1977 e 1978 registrando as “naves chupa-chupa” na região de Colares.

O capitão Uyrangê Bolivar Soares Nogueira de Hollanda Lima, que comandou o grupo e presidiu o relatório, chegou a contar anos depois que teve contatos de primeiro grau com supostos extraterrestres durante a operação. Os ufólogos reclamam mais de 900 páginas de documentos e fotos da Operação Prato teriam sido suprimidas pela FAB da divulgação recente.

A força armada também teria escondido informações da “noite dos discos voadores”, em 19 de maio de 1986, quando foram vistos OVNIs em diversos locais do Brasil.

A Aeronáutica chegou a formar um órgão específico para investigar os OVNIs nos céus do Brasil. Criado em 1969, o Sistema de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados (Sioani) atuou de forma secreta por três anos, com membros da Força Aérea e civis ligados à ufologia.  O Sioani registrou mais de quando mais de cem casos, até ser extinto pelo governo militar. O protocolo do órgão era rígido. Quem relatava ter visto algo passava até por exames psiquiátricos.

Uma “coisa de outro mundo” aparece no Forte dos Reis Magos

Muito mais do que os relatos oficiais, as histórias “oficiosas” abastecem há tempos a questão dos OVNIs. Uma busca rápida na internet aponta uma série de histórias, vídeos e imagens de objetos não-identificados que foram vistos por potiguares nos anos recentes. E boa parte desses relatos extraoficiais – até o astronauta brasileiro Marcos Pontes conta um caso da época que era piloto da FAB que não foi registrado oficialmente – alimenta tanto os trabalhos dos ufólogos, assim como o ceticismo dos contrários. A própria Aeronáutica estima que apenas 10% dos avistamentos sejam relatados.

O NOVO ouviu um homem, morador de Natal, que decidiu contar dois casos de avistamento de OVNIs na capital potiguar. O relatante, um militar aposentado, não quis se identificar, com temor de que seus relatos tornem-se motivo de ironia e gozação. “Mas não tem nenhuma mentira. Não tenho para que mentir”, garantiu o homem de 49 anos.

O primeiro foi no fim da década de 1970. Ele pescava com mais duas pessoas nas imediações do Forte dos Reis Magos, em uma madrugada de céu claro. Enquanto jogavam redes e linhas na região de encontro do oceano com o Rio Potengi, de repente uma grande bola com luzes amarelas e laranjas surgiu do mar. Por alguns segundos ela pairou, suspensa na água, e seguiu em alta velocidade na direção de Ponta Negra. Minutos depois ele diz ter visto caças da Força Aérea passando pela região.

“Eu jamais vou esquecer da frase de seu Manoel: corra meu filho, que isso é coisa do outro mundo. Deixamos todo o material de pesca lá e fomos correndo na direção de Brasília Teimosa. Só voltamos no dia posterior, para recolher o material. Foi um susto muito grande”, relembra ele.

O outro avistamento da fonte ouvida pela reportagem foi um pouco mais “tranquilo”. Em meados de 1985, ele estava na casa da então namorada, na Zona Oeste da capital potiguar, quando começou a ver, junto com ela e o cunhado, luzes giratórias no céu.

“Pelo movimento não era avião, nem helicóptero. Eu era militar e meu cunhado também. Resolvemos ligar para a Base Aérea de Natal e contar a situação. Um tempo depois vieram uns caças, mas as luzes já tinham seguido em direção ao Oeste”, conta.  
Desenho feito por testemunha
 

Como seria bom se em todo o Brasil fosse feito isso! Sei que é muito pouco e também sei que esses arquivos são uma pequena parte guardada, mas já é um início. Rondinelli.

Fonte: Novo Jornal



quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

PEDRA DO CLARANÃ (BODOCÓ PE)



A Pedra deu nome ao distrito de Claranã, localizado no sertão do Araripe, em Pernambuco. Essa pedra, além de ser muito alta é muito grande em extensão o que a faz majestosa na sua paisagem atraindo assim muitos turistas.
Das diversas lendas contadas sobre o lugar é que de tempos em tempos luzes azuis são vistas sobrevoando a pedra e iluminando-a toda com o clarão.

Há relatos de moradores mais velhos contam que avistaram um enorme raio de luz que vinha do céu e iluminava a pedra inteira. Um que os moradores falam também é de uma mulher "vestida de luz “que convidam os moradores para dentro de um gruta de nome A Encantada.

Não é à toa que o nome da rocha se chama Claranã já que existem diversos contos que os moradores relatam sobre o aparecimento de luzes no lugar e por isso o nome da pedra! Claranã que vem do "clarão, "claridade" "luz forte.

Outra lenda que os moradores falam é de uma espécie de “ÔNIBUS LUMINOSO VINHA E ILUMINAVA TODA A PEDRA” sempre ligando a pedra a claridade.

Bem, na história não falam de discos voadores, ets e coisa e tal, mas como perceberam a maneira simples dos moradores que com certeza desconhecem o fenômeno OVNI usam de palavras simples e o que eles conhecem! Relatos iguais espalhados pelo mundo são bem frequentes e bem semelhantes. Luzes sendo vistas do alto de montanhas é bem comum mesmo.

Sobre o provável "ÔNIBUS" que sabemos que não era um ônibus, me faz lembrar de passagens em escrituras antigas que o povo de séculos atrás não conheciam o termo disco voador (1947) então relacionavam coisas dá época como: Sinos, Carruagens, Navios, outros transportes. É falado também divindades que era e ainda é bem comum por alguns lugares do mundo.

Aqui estão dois vídeos que contam um pouco da história do lugar:

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Costumo dizer que toda lenda tem um dedo de verdade e a pedra do Claranã deve ser estudada e ser rota para os ufólogos do Brasil e do mundo! Vamos conhecer? Rondinelli