domingo, 28 de junho de 2015

PEDRA ACHADA NA PB PODE SER REGISTRO INÉDITO DE MATERIAL EXTRATERRESTRE NO ESTADO!

Uma pedra muito brilhosa com tons de azul e verde chamou a atenção do operário Jonas Tiburtino Nóbrega, de 32 anos, quando ele caminhava numa estrada estadual na Zona Rural do município de São Mamede, no Sertão da Paraíba, a 283 quilômetros de João Pessoa. O achado, que pode ser o primeiro material extraterrestre encontrado na Paraíba, foi localizado na sexta-feira (19), mas ele só informou nesta sexta (26).
Jonas, que trabalha na operação tapa-buracos do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), contou ao Portal Correio que encontrou a ‘pedra’ numa área próxima a uma serra. Ele falou que a viu de longe e ficou curioso e encantado com o brilho. “Ela estava meio enterrada e somente uma parte estava à vista. Como era pouco depois do meio-dia, o sol estava forte, fazendo com que ela brilhasse muito. Isso me chamou a atenção”.
Curioso com a beleza do que chamou de ‘pedra’, Jonas levou para casa e a mostrou aos familiares. Eles resolveram pesquisar sobre aquilo na internet. Foi aí que descobriram que poderia se tratar de um fragmento de meteorito.
O trabalhador contou que essa foi a primeira vez que passou pela área onde encontrou o material e depois de descobrir a possibilidade dela ter caído do céu, resolveu procurar uma emissora de rádio de Patos, que fica na mesma região de São Mamede, para divulgar e passar o material para que fosse estudado por especialistas.


Fragmento de meteorito
O membro da Associação Paraibana de Astronomia, Marcelo Zurita, disse que pode tratar-se de um fragmento de meteorito pelo aspecto e formato do material encontrado por Jonas, mas ele afirma que a certeza só viria após análise detalhada do material.
De acordo com o astrônomo, se for comprovado tratar-se de fragmento de meteorito, será o primeiro material extraterrestre localizado na Paraíba. O astrônomo informou que no Brasil existem registrados cerca de 70 achados que foram analisados e considerados como fragmentos de meteoritos.
No entanto, Marcelo acha que, se for meteorito, esse fragmento não deve ter caído após a passagem de um meteoro pelo céu do Sertão no mês de abril deste ano. “O meteoro do mês de abril passou ao sul do município de Patos e esse material, conforme relatado pelo trabalhador, foi encontrado ao norte”, analisou.
O astrônomo não descarta a possibilidade da ‘pedra’ ter caído em outro local e ter, de alguma maneira, se deslocado para lá, porque pelo tamanho e pelo peso dela, que ele acredita ter em torno de 3 kg, os estragos feitos seriam visíveis no terreno, já que a velocidade atingida por esses fragmentos fica em torno dos 200 quilômetros por hora.
Marcelo disse ainda que acredita que o achado possa atrair o interesse do Museu Nacional de Rio de Janeiro, que é o órgão que faz a certificação dos fragmentos de meteoritos encontrados no Brasil.
Quanto ao meteoro de abril, Marcelo acredita que possa existir ainda fragmentos pela região de Patos, resultantes desse recente fenômeno astronômico.

Rondinelli: Espero que esse material seja pesquisado e não seja vendido pra fora ficando aqui em território Brasileiro!



quarta-feira, 24 de junho de 2015

DIA MUNDIAL DOS DISCOS VOADORES

Para muitos, a data não diz muita coisa, mas para os pesquisadores da área e interessados no assunto, é um marco na história. Esta data é referência para todos os ufólogos do planeta.


O dia foi criado a partir do primeiro caso oficial de aparição de OVNIs (Objetos Voadores Não Identificados) do século 20, em 24 de junho de 1947, quando o piloto norte-americano Kenneth Arnold observou durante um voo nove objetos coloridos em alta velocidade e convocou a imprensa para relatar o fato.


Vejamos como tudo começou:
Em 24 de junho de 1947, Arnold pilotava um CallAir A-2 de Chehalis para Yakima, cidades localizadas no estado americano de Washington. Voava a negócios, e fez um pequeno desvio após saber de uma recompensa de 5.000 dólares oferecida pelos Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA para quem encontrasse um avião de transporte C-46 que caíra próximo ao Monte Rainier. O céu estava completamente limpo e com pouco vento.

Alguns minutos antes das 15h, a aproximadamente 9.200 pés (2.800 m) de altitude, perto de Mineral, Washington, Arnold desistiu da busca e começava a rumar para leste em direção a Yakima quando viu um clarão semelhante à luz do sol refletindo em um espelho. Receoso de estar perigosamente próximo de outra aeronave, vasculhou o céu ao seu redor, mas tudo o que viu foi um DC-4 à sua esquerda e atrás de si, a aproximadamente 15 milhas (24 km) de distância.

Aproximadamente 30 segundos após ter visto o primeiro clarão, Arnold viu uma série de luzes brilhantes à distância, à sua esquerda, ao norte do Monte Rainier, que estava a 20 ou 25 milhas (40 km) dali. Pensou que poderiam ser reflexos nas janelas de seu avião, mas alguns testes (balançar o aparelho para os lados, remover seus óculos e depois baixar o vidro de sua janela) descartaram essa possibilidade. Os reflexos vinham de objetos voadores.

O relato de Kenneth Arnold:
Arnold supôs tratarem-se de aviões a jato e começou a procurar intencionalmente por uma cauda e ficou surpreso por não encontrar nenhuma. Num texto autobiográfico, escreveu:

"Observei estes objetos com grande interesse por nunca antes ter visto aviões a voar tão perto dos cumes duma montanha, voando diretamente de Sul para Sudeste pela ondulação da linha de cume duma cadeia de montanhas. Calculei que a sua altitude poderia ter variado 1.000 pés para cima ou para baixo, mas estavam quase na minha linha de horizonte, o que indicava que a sua altitude era aproximadamente a minha.

Voavam, como eu muitas vezes observei gansos a voar, numa espécie de correnteza em linha diagonal, como se estivessem ligados uns aos outros. Pareciam manter um rumo definitivo mas davam guinadas por entre os altos cumes da montanha. A sua velocidade na altura não me impressionou particularmente, porque sabia que o nosso Exército e a nossa Força Aérea tinham aviões de grandes velocidades.

O que me continuava a incomodar, ao mesmo tempo que os observava contra o Sol, era o fato de não conseguir distinguir a cauda de nenhum deles, tenho a certeza que a qualquer piloto justificaria mais uma segunda olhadela a tal avião.

Observei-os bastante bem, e calculo que a minha distância deles, que era quase em ângulo reto, fosse entre 20 e 25 milhas. Sabia que deviam ser muito grandes para poder distinguir as suas formas a esta distância, mesmo num dia tão límpido como aquela terça-feira. (...)

Quanto mais observava estes objetos, mais preocupado ficava, visto estar acostumado e familiarizado com a maior parte dos objetos que voam perto do solo ou a altitudes mais elevadas. Observei a correnteza destes objetos a passar outro cume, alto e coberto de neve, entre o Monte Rainier e o Monte Adams, e ao mesmo tempo que o primeiro passava pelo cume do lado sul desta serra o último objeto passava pelo cume do lado norte da serra.

Como estava a voar em direção a esta mesma serra, medi-a e descobri que tinha aproximadamente 5 milhas de comprimento, por isso podia supor com segurança que a correnteza destes objetos, com forma de pires tinha pelo menos 5 milhas de comprimento. Podia determinar com bastante exatidão o seu percurso, devido ao fato de estarem ladeados por cumes altos pela frente e cumes ainda mais altos por trás.

Ao mesmo tempo que a última unidade desta formação passou o cume alto e coberto de neve mais ao Sul do Monte Adams, olhei para o ponteiro dos minutos o qual indicava que eles tinham atravessado essa distância em 1min42s. Mesmo nessa altura esta cronometragem não me preocupou, pois estava confiante em que depois de aterrar haveria de ter alguma explicação para o que tinha visto.

Vários jornalistas e peritos sugeriram que eu talvez tivesse estado a ver reflexos ou mesmo miragens. Isto sei eu que é absolutamente falso, pois observei estes objetos, não só através do vidro do meu avião como virei o meu avião de lado onde podia abrir o vidro e observá-los sem qualquer obstrução (sem óculos escuros). (...)

Daria tudo nesse dia ter tido uma máquina de filmar, com uma lente telefoto, e de hoje em diante nunca andarei sem ela, mas, para continuar com a minha história, quando aterrei no Aeroporto de Yakima, Washington, descrevi o que tinha visto ao meu bom amigo, Al Baxter, que me ouviu pacientemente, foi muito cortês, mas duma maneira brincalhona não me acreditou.

Não medi exatamente a distância entre as duas montanhas senão quando aterrei em Pendleton, Oregon, nesse mesmo dia, onde contei a numerosos amigos meus, que são pilotos, o que tinha observado e eles não fizeram pouco de mim, nem se riram, mas sugeriram que podiam ter sido mísseis guiados ou alguma coisa nova."


Os argumentos dos ufólogos tendem a ser rebatidos por astrônomos, que garantem: não há tecnologia disponível para que seres inteligentes, de planetas com condições de possuir vida, visitem a Terra. Para eles, Gevaerd deixa uma reflexão: seria preciso pressupor que os extraterrestres utilizam os mesmos métodos de propulsão que os terráqueos. “Se eles estiverem apenas 100 anos à nossa frente, já terão a capacidade tecnológica necessária, e o transporte pelo universo será algo corriqueiro”, conclui.

Rondinelli: Data muito lembrada e comemorada pelos amantes da Ufologia!

Espero um dia que essa data seja respeitada e não ver mais piadas sobre ela e outros casos conhecidos.



terça-feira, 23 de junho de 2015

JIPE-SONDA CURIOSITY ENCONTRA PIRÂMIDE EM MARTE


O jipe-sonda Curiosity, da NASA, que se encontra em Marte, tem enviado muitas imagens instigantes à Terra, e agora encontrou uma rocha em forma de pirâmide.

Neste caso, pode-se descartar a pareidolia, pois a imagem é bem clara e não deixa sombras de dúvidas.  Mas poderia esta forma geométrica ser o resultado de algum processo natural, ou seria algo feito artificialmente?

A imagem, que foi obtida em 7 de maio, deixou alguns estudiosos do fenômeno dos OVNIs com a pulga atrás da orelha, com alguns alegando que se trata de prova de que a vida inteligente, pelo menos há algum tempo no passado, existiu no planeta vermelho.

Estima-se que a pirâmide tenha o tamanho aproximado de um carro compacto, mas não se sabe qual a dimensão do restante deste objeto abaixo do solo.



A imagem original pode ser encontrada no seguinte endereço:  http://mars.jpl.nasa.gov/msl-raw-images/msss/00978/mcam/0978MR0043250040502821E01_DXXX.jpg

Apesar da simetria apresentada pelo objeto, aparentemente não foi o suficiente para despertar a curiosidade da NASA, pois nenhuma das outras imagens subsequentes do jipe-sonda, que são obtidas em intervalos de 20 a 30 segundos, incluem novamente a pirâmide. (Ver imagens do mesmo lote ao final da página no seguinte link:  http://mars.nasa.gov/msl/multimedia/raw/?s=#/?slide=978.http://mars.nasa.gov/msl/multimedia/raw/?s=#/?slide=978.

Veja abaixo um vídeo (em inglês) publicado no YouTube, sobre esta formação: https://www.youtube.com/watch?v=nz2zVsf3_mghttps://www.youtube.com/watch?v=nz2zVsf3_mg

video




segunda-feira, 8 de junho de 2015

MAIS UM FIM DO MUNDO!?

Teorias da conspiração preveem um evento catastrófico que poderá destruir a civilização dentro de poucos meses. Segundo as previsões do “fim do mundo”, defendidas por blogs e sites, a queda de um asteroide no nosso planeta pode acontecer entre 22 e 28 de setembro deste ano. As informações são do The Mirror.

Muitos teóricos bíblicos acreditam que haverá um evento que marcará “sete anos de angústias” para o ser humano. No entanto, cientistas já desmentiram tal crença, restrita a pequenos grupos de religiosos.

A NASA possui sistemas de detecção de asteroides de alta capacidade. Um porta-voz da Agência Espacial americana afirmou que “não há algum objeto tão grande se aproximando da Terra em centenas de anos”.


Felizmente para a humanidade, os asteroides são destruídos em contato com a atmosfera, devido ao extremo aquecimento que os quebram em pedaços inofensivos – que se queimam antes de bater no chão.

Rondinelli: Mais uma data de fim do mundo. Pensei em não ouvir falar sobre o tema por alguns meses, mas sabem como é sempre tem um doido que ver uma oportunidade em tudo! Criam sites na internet, vendem produtos e ganham um monte de seguidores pelo mundo. Tem também os loucos religiosos que vão buscar sinas em livros sagrados como a Bíblia e saem por aí gritando: O fim está próximo! Arrependam-se! Tenho pena desse pessoal.
Todos os anos caem toneladas de rochas vindas do espaço e acredito não será dessa vez que seremos extintos. Claro que um dia uma pedrinha dessas poderá cair sobre em algum lugar da terra trazendo o pior pra civilização do nosso planeta, só que não será em Setembro.


Com toda a certeza estaremos aqui depois dessa data aturando essas idiotices que tem por aí! Grato.