quarta-feira, 24 de agosto de 2016

AERONAVE DA NASA FAZ PARADA TÉCNICA NO AEROPORTO INTERNACIONAL DO RECIFE

Um avião da NASA pousou, na manhã desta terça-feira (23), no Aeroporto Internacional dos Guararapes/Gilberto Freyre, Zona Sul do Recife. A aeronave, utilizada para pesquisas da agência espacial, é modelo ER-2 e voa a 65 mil pés, altura bem acima da média dos voos comerciais. O piloto da aeronave informou que era uma parada técnica, mas não deu detalhes sobre o que seria feito.

O comandante Wagner Monteiro, do Globocop, estava na base aérea e fez imagens do avião. A chegada da aeronave reuniu funcionários dos hangares às margens da pista. "Foi uma coisa inusitada. Faz muito tempo que pousou um avião desses aqui. Gerou uma curiosidade enorme no pessoal que trabalha, é um avião bem diferente", conta o comandante.

Para o voo, a preparação é especial: o piloto usa traje de astronauta e, no Aeroporto dos Guararapes, o espaço aéreo chegou a ser fechado para o pouso, segundo o comandante. A Infraero, no entanto, informou que o espaço aéreo não foi fechado e funcionou normalmente durante o pouso da aeronave. [Veja no vídeo abaixo]
video

Por meio de nota, o Consulado dos Estados Unidos da América (EUA) informou que o pouso técnico serviu para reabastecimento e manutenção preventiva da aeronave e foi motivado pela localização geográfica e pelas condições operacionais do terminal aeroviário recifense. O avião da NASA deve ficar na capital pernambucana até a próxima sexta (26), quando decola às 5h em direção à Namíbia, na África.

Fonte: G1



quinta-feira, 14 de julho de 2016

CUIDADO COM AS FRAUDES (VELOCIDADE DO OBTURADOR)




Uma das coisas que deparamos mais em pesquisas ufologias são truques com fotografias que são postadas aso milhões e que não tem muito conhecimento acabam acreditando em tudo. Fotos tremidas desfocadas são os mais comuns defeitos(Efeitos) em uma fotografia dita ufológica e quem pesquisa seriamente tem que tentar desmistificar esse tipo de fotografia e não espalhar esse vírus maldito! Vamos lá.
Um dos truques que usados e que funcionam bem é da velocidade do obturador que veremos agora como funciona.

Velocidade do obturador
A velocidade do obturador ou tempo de exposição, em fotografia, está diretamente relacionada com a quantidade de tempo que o obturador da máquina (câmera) fotográfica leva para abrir e fechar, deixando passar a luz que irá sensibilizar a película fotográfica ou o sensor digital CCD/CMOS e formar a imagem.

Imagem de um pássaro

É fácil de perceber que se deixar a máquina receber luz durante 10 segundos, só vai ficar uma imagem estática e bem definida se nada no cenário que estamos a fotografar se movimentar durante este tempo.

Quanto menor o tempo de exposição, menos luz é absorvida no interior da máquina, maior a abertura do diafragma necessária para se obter uma exposição correta.

O tempo de exposição é normalmente dado no formato {\displaystyle 1/x} {\displaystyle 1/x}, em que X representa uma fracção de tempo em segundos. Os valores comuns são:

1/8000 s
1/4000 s
1/2000 s
1/1000 s
1/500 s
1/250 s
1/125 s
1/60 s
1/30 s
1/15 s
1/8 s
1/4 s
1/2 s
1 s
B (de bulb) — Que mantém o obturador aberto enquanto o botão disparador estiver pressionado.
Apesar de muito popular no meio fotográfico, o termo velocidade não é correto, pois o obturador, como vimos, trabalha com tempos de exposição, em geral frações de segundos, e isto não está relacionado com rapidez de operação ou de exposição.

Demonstração em foto noturna de como maiores tempos de exposição influenciam a formação da imagem. Fotografias obtidas com a mesma abertura do diafragma


Outros exemplos de fotografias



Pássaros são confundidos e por muitas vezes encontramos postagens em páginas ufológicas 



Infelizmente existem milhares de fotografias circulando pela internet! Imagens que enganam muita gente e que fazem a ufologia cair no ridículo. Rondinelli.





sexta-feira, 24 de junho de 2016

SAIBA POR QUE 24 DE JUNHO É O DIA MUNDIAL DO DISCO VOADOR

O dia 24 de Junho se comemora dia de São João, mas nós que pesquisamos ufologia vemos essa data de outra forma e comemoramos o Dia Mundial do Disco Voador. Isso mesmo, todo dia 24 de junho marca a principal celebração do ano de um ufologista, nome dado a quem estuda a existência de UFOs, sigla em inglês para Unidentified Flying Object — ou, em bom português, OVNI: acrônimo de Objetos Voadores Não Identificados Mas como surgiu esse dia? Aqui você vai saber.

Caso Kenneth Arnold

No dia 24 de junho de 1947 o aviador Kenneth Arnold voava próximo ao Monte Rainier, no estado de Washington, nos Estados Unidos, quando avistou nove objetos estranhos voando pela região. Ele havia feito um desvio de sua rota original, pois havia uma recompensa para quem encontrasse os destroços de um avião caído naquela região.


Após desistir das buscas e iniciar a retomada de seu trajeto, Arnold foi surpreendido com um ponto de claridade que, de acordo com o seu relato, se movia a cerca de 40 km de distância de sua aeronave. Como o céu estava limpo, ele inicialmente pensou que pudesse ser apenas algum reflexo na janela de seu veículo, hipótese logo descartada após alguns testes simples.

Meio minuto após o primeiro reflexo, como se a luz do sol estivesse sendo refletida em sua direção por meio de espelhos, ele avistou uma série de outras luzes se movendo rapidamente ao norte do Monte Rainier.

Velocidade supersônica e formato de disco

A curiosidade sobre o que acabara de ver levou Arnold a mudar novamente sua rota e, de longe, refazer o trajeto desenhado no céu pelos objetos voadores não identificados. Ao descer o avião, ele pôde calcular uma estimativa do trajeto percorrido pelos OVNIs e do tempo gasto para fazer isso. O resultado foi uma velocidade média impressionante de 2.700 km/h, algo inimaginável para qualquer aeronave em 1947.

Além da velocidade supersônica, chamou a atenção de Arnold a forma como voavam tais objetos. Em declaração a Nolan Skiff e William C. Bequette, do jornal East Oregonian, o piloto havia dito que os veículos voavam “como um prato atirado pela superfície da água”.

Segundo o aviador declarou mais tarde, ele nunca se referiu ao formato dos objetos como “pratos” ou “discos”, porém, a sua descrição levou Bequette e Skiff a cunharem o termo “disco voador” pela primeira vez na história — daí o fato de se celebrar o dia 24 de junho como o Dia Mundial do Disco Voador.

Visitantes de outro planeta?

 Nas semanas e meses seguintes ao evento, Arnold deu uma série de entrevistas à imprensa dos Estados Unidos. Em uma conversa com o jornal Chicago Times, no dia 7 de julho de 1947, o aviador fala sobre a possibilidade de aqueles discos terem sido guiados por seres de outro planeta.

A reportagem relatava o seguinte

 “Arnold, ao levantar a possibilidade de esses discos serem de outro planeta, disse, indiferente com as suas origens, que eles aparentemente voavam até a algum destino acessível. […] Ele disse que os discos estavam fazendo voltas tão abruptas próximos ao pico do monte que seria impossível para pilotos humanos terem sobrevivido à pressão [de dentro do disco]. Então, ele também acredita que eles estavam sendo controlados de qualquer outro lugar, independentemente de ser de Marte, Vênus ou do nosso próprio planeta”.

Em uma série de outras entrevistas, Arnold deixa clara a sua posição de que dificilmente aqueles objetos voadores pertenciam ao exército dos Estados Unidos ou ao de qualquer outro país, reafirmando a ideia de que provavelmente sua origem era extraterrestre. Ele, inclusive, clamou por inúmeras vezes que as Forças Armadas do país norte-americano se posicionassem a fim de esclarecer tais dúvidas, mas isso nunca aconteceu.

Depois deste fato, uma série de outros relatos sobre avistamentos de objetos voadores não identificados começou a surgir. Há, inclusive, uma revelação feita pelo garimpeiro Fred Johnson, que afirmava ter visto seis objetos voadores no dia 24 de junho de 1947. Tais objetos seriam parte do grupo de nove, visualizado por Kenneth Arnold.









segunda-feira, 13 de junho de 2016

PESQUISADOR NARRA A BUSCA DE OVNI'S NA SERRA DA BELEZA



Pioneiro na pesquisa de campo na região da Serra da Beleza, o Ufólogo e pesquisador Arthur Ferreira encontrou uma incidência do fenômeno OVNI que remonta há pelos menos 50 anos e foi relatado pelos moradores da região em mais de 400 casos documentados por ele.

A história da ufologia brasileira tem como um de seus principais capítulos a pesquisa   na Serra da Beleza, iniciada pelo renomado ufólogo Marco Antônio Petit, em 1982, em Conservatória, distrito de Valença, Rio de Janeiro. Pioneiro na pesquisa de campo na   região, Petit encontrou uma incidência do fenômeno OVNI que remonta há pelos menos 50 anos e foi relatado pelos moradores da região em mais de 400 casos documentados por ele.

Eu me juntei ao grupo de pesquisa em 1989 e, desde então, vimos muitas manifestações. Aprendemos que diante de uma experiência ufológica real o menos relevante é fotografar ou filmar. Foi exatamente isso que aconteceu em 3de agosto do ano passado, um sábado, por volta de 21h30m, em uma noite limpa de céu estrelado. Eu e o pesquisador Júlio Ferri, estávamos em vigília desde as 17h, em um platô, ponto de observação dentro de uma fazenda onde temos autorização de pesquisa.

Esse é um ponto de fluxo de carros que transitam na região e os faróis podem confundir quem não está acostumado com a pesquisa de campo. Fizemos um pacto e lançamos um   pensamento de que não iríamos fotografar nem filmar, caso tivéssemos um avistamento.  Minutos depois comecei a ver clarões no céu, à nossa direita, bem próximo ao horizonte. Não podia ser relâmpago, pois o céu estava claro e estrelado. Foram cinco clarões como flashes, mas grandes. Olhamos na direção contrária e vimos uma luz gigantesca que ocupava toda a montanha e toda a estrada.


Vimos perfeitamente um carro passando embaixo da luz e a reação do motorista que vinha acelerando, mas quando viu a luz quase parou, depois prosseguiu lentamente. Debaixo da luz dava para ver as lanternas traseiras dentro daquela luminosidade toda. Quando o motorista ultrapassou o limite mais central da luz, ele acelerou visivelmente apavorado.

De repente, Júlio pegou a máquina para fotografar e para nossa surpresa a luz se fechou. Pelo binóculo eu via perfeitamente que ela permanecia lá, só que pequena e vermelha. Bati na mão dele e falei que havíamos combinado de não fotografar. “Guarda a máquina”, eu gritei. Ele guardou e a luz voltou, com toda intensidade. Naquele momento percebi que estávamos interagindo com eles.
Ficamos em êxtase. Tudo acontecia a um quilômetro de distância mais ou menos. A luz tinha um arco de uns 40 metros de diâmetro ou mais, era branca luminescente, seu núcleo era azul cintilante, parecia viva. Ao sair da fazenda passamos por uma porteira que antecede uma mata fechada. Júlio saiu do carro para abri-la e quando ele estava passando eu senti uma pancada enorme no carro, acompanhada de um estrondo e um tranco que sacudiu o   veículo na lateral direita. Imediatamente pensei que havia calculado errado e enfiado o carro na porteira.

De fora do carro, Júlio ouviu e sentiu a mesma coisa. Ele pensou que eu tinha atropelado algum bicho. Saí do carro e constatamos que não havia nenhum arranhão, nenhum amassado, o carro estava intacto. No caminho para a cidade, que fica   a 12 quilômetros, paramos quatro vezes, pois não entendíamos o acontecido. Especulei que poderia ser um animal, mas não ouvimos nenhum barulho na mata cujas folhas estavam secas.
Até hoje não conseguimos explicação. Ufologicamente, acredito que o objeto poderia estar ali em uma condição invisível e, ao partir, provocou deslocamento de ar, um barulho, mas provavelmente em outra condição extrafísica. Hoje tenho a intuição de que os seres que estão na região não querem ser fotografados e nem filmados.

O Ufólogo Arthur Ferreira é um dos maiores nomes da Ufologia no Brasil! Pesquisador sério. Rondinelli.